sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Melhorar o Planeta

Google - Concurso de ideias

O Google lançou um concurso (projecto 10100) para escolher as melhores ideias que visam melhorar o planeta. Disponibiliza 10 milhões de dólares (US$) para financiar a implementação dos projectos vencedores. Se você tiver boas ideias... Mais informações aqui.

Boa sorte Leia mais...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Txuba IV

Ilha de S. Tiago - Cabo verde




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Para (sor)rir

Kébra kabésa

Um ome viaja pa Kazoa:
  • Na paragem de autocar ele otxa um ome K’sete amdjer;
  • Kad’amdjer tinha douze fidje má douze fidja
  • Kada fidja de kad’amdjer tinha kuate fidje e séte fidja
  • Kada fidje de kad’amdjer tinha séte fidje e kuate fidja
  • Kada néta tinha kuate amigo
kónte psoa jga na Kazoa?

===o0o===

Encrenca Danada

A mulher tinha acabado de comprar um novo armário para seu quarto. Depois que ele foi montado, ela notou um defeito: toda vez que passava um ônibus na rua, as portas do armário se abriam. Então resolveu chamar um marceneiro para fazer o conserto.
Sem saber onde estava o defeito, o marceneiro sentou dentro do armário para, quando passasse um ônibus, verificar a causa da abertura das portas.

Minutos depois o marido chega, abre a porta do armário e, vendo lá o marceneiro, pergunta irritado:
  • O que é que você está fazendo aí dentro?
  • O senhor não vai acreditar — responde o marceneiro - Mas estava esperando o ônibus passar.
===o0o===

Loucura, loucura, loucura

Três loucos se encontram no pátio do hospício.
  • Muito prazer, eu sou Napoleão Bonaparte! — apresenta-se o primeiro.
  • Muito prazer — diz o outro. — Eu sou Jesus, o filho de Deus!
  • E diz o terceiro:
  • Deixa de ser mentiroso, rapaz! Eu não tenho filho deste tamanho!
Humortadela
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Cancro VI

Nova vacina mata células do câncer de mama

É obvio que você já sabe como se prevenir contra o câncer de mama, mas uma vacina? Isso mesmo. Uma vacina experimental para o câncer de mama fez com que os tumores fossem rejeitados pelos corpos de roedores, mesmo aqueles tumores já insensíveis aos anticorpos sintéticos.

A vacina tem como alvo tumores de mama que crescem rapidamente em resposta a um fator de crescimento chamado de HER-2. Cerca de 25% de mulheres com câncer de mama possuem este fator e são tratadas com o anticorpo sintético Herceptin. Mas depois de algum tempo as células cancerosas tornam-se resistentes ao medicamento.

A nova vacina eclode respostas imunológicas que matam os tumores com HER-2 em roedores, tendo ou não tornado-se resistentes aos anticorpos do Herceptin, disse Wei-Zen, professor de imunologia do Instituto de Câncer Karmanos, em Detroit nos EUA. “Não importa se as células cancerosas são resistentes, caso as células imunológicas sejam corretamente iniciadas pela imunização nós podemos destruir estas células [cancerosas]”, disse Wei.

A vacina desenvolvida pela equipe de Wei usa DNA que carrega o código genético de um trecho chave da molécula HER-2. Depois da injeção do DNA na pele, um pequeno pulso elétrico é administrado para ajudar as células a usar o DNA e produzir a proteína que faz eclodir as respostas imunológicas do corpo.

Ratos que receberam a vacina com anticorpos anti-HER-2 iniciaram uma resposta celular imunológica que matou os tumores de câncer de mama. Estas respostas celulares per se foram suficientes para matar células com HER-2 positivo em ratos que não conseguiam fazer anticorpos.

Uma versão da vacina está sendo testada para ser administrada em humanos.
“No final das contas nós usaremos a melhor defesa que temos para lutar contra o câncer: o sistema imunológico. É algo muito desafiador de alcançar. Nós esperamos ter alcançado um ponto em que possamos torná-lo útil para os pacientes.”
Wei e seus colegas publicaram seus resultados na edição de 15 de setembro da revista científica Cancer Research.

HypeScience
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Txuba III

Picos - Santiago - Cabo Verde




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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Carro Ecológico

Dicas para tornar seu carro mais 'ecológico'

Cinco dicas para quem não admite - ou não pode - deixar o carro na garagem mas não quer ficar alheio ao movimento.

Para muitos, ter carro é uma necessidade. Para outros, é bem mais que isso: é uma paixão. Se você é leitor de QUATRO RODAS, é possível que você faça parte deste segundo grupo – e que torça o nariz quando alguém lhe sugere deixar seu carro de lado, mesmo que apenas por um dia.

Se você não está disposto a trocar seu veículo por uma caminhada ou pela bicicleta, não quer enfrentar as desventuras do transporte público nem cogita oferecer uma carona ao vizinho, não pense que você precisa ficar alheio ao movimento. Abaixo, você confere cinco dicas simples de como usar esse dia para cuidar melhor de seu carro, de maneira que ele provoque menos impacto ao ambiente em todos os outros dias do ano.

Cheque os pneus
É a maneira mais fácil e barata de tornar o carro mais eficiente do ponto de vista energético. Quanto mais vazios, mais os pneus entram em atrito com o solo, obrigando o motor a trabalhar mais e a gastar mais combustível – além, é claro, de diminuir a vida útil. Cheios demais, por outro lado, eles reduzem a dirigibilidade e provocam o desgaste prematuro.

Um único pneu murcho pode aumentar o consumo em até 3%. O ideal, portanto, é calibrar os pneus periodicamente (no mínimo a cada 15 dias), mas seguindo a recomendação do fabricante, além de manter o alinhamento sempre em dia.

Vá de aditivada
Um pouco mais cara que a gasolina comum (às vezes até pelo mesmo preço), a aditivada contém elementos químicos detergentes, que no longo prazo ajudam a manter o motor limpo. Por isso mesmo, ajuda a reduzir os índices de emissões, especialmente para quem utiliza o carro em distâncias curtas, condição em que o motor trabalha em temperaturas abaixo do ideal.

Nunca se esqueça, entretanto, de checar o manual para saber quais tipos de combustíveis são indicados para seu modelo.

Visite uma oficina
Quando foi a última vez que você fez uma manutenção preventiva? Parece bobagem, mas é uma ótima maneira de tornar seu carro mais "ecológico", além de mantê-lo sempre em bom funcionamento.

Assim sendo, leve seu carro a uma oficina de sua confiança para checar a regulagem do motor. Itens como velas, filtro de ar e catalisador têm influência direta na emissão de poluentes. Se a preocupação ambiental não for suficiente, saiba que um carro mal regulado (uma sonda lambda avariada, por exemplo) pode gastar até 40% mais combustível.

Dirija com consciência
Experimente prestar atenção no modo como você dirige. Quem usa o acelerador e, em vez de fazê-lo de forma gradual, estica demais a troca de marchas, aumenta o consumo de combustível e a emissão de poluentes. Antecipar as paradas, reduzindo a velocidade em vez de usar o freio, também evita o desperdício de energia.

Tente ainda não carregar peso desnecessário no carro – levar 45 quilos a mais no carro pode elevar o consumo em 2%. E use o ar-condicionado somente quando for indispensável, para reduzir o consumo de combustível. É bom para o meio ambiente e para o seu bolso.

Lave você mesmo
Para alguns, não há nada mais prazeroso que passar o dia lavando o carro. Use seu próximo dia de folga para lavá-lo você mesmo. Dê preferência a produtos biodegradáveis e troque a mangueira pelo balde, para não desperdiçar água. Uma lavagem com mangueira pode consumir 580 litros de água, contra 40 litros do balde.

Como – na teoria – sujeira em excesso é capaz de aumentar o arrasto aerodinâmico do carro, quem sabe você ainda economiza algumas gotas de gasolina. Haja sujeira para provocar tal efeito, mas, por via das dúvidas, é sempre melhor andar com um carro limpo, certo?

Abril
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Txuba II

Mato Inglês - S. Vicente







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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Frases

Hoje tem que ser só uma rapidinha porque o frete é perecível.

Não tenho tudo que amo, mas amo tudo que tenho!

Nas curvas do teu corpo capotei meu coração.

No baralho da vida encontrei apenas uma dama!

Na calada da noite a população se multiplica.

O cachorro só é o melhor amigo do homem porque não conhece o dinheiro.

No tempo da escravidão, baixinho era troco.

Na vida tudo é passageiro, menos o motorista e o cobrador…

Não jogue espinhos na estrada...na volta você pode estar de pés descalços.

Não me venha com papo de mocinha oferecendo peitinho mole. Fruta de pobre é cana!

Na subida tu me aperta, na decida nós acerta.

Não sou sapo, mas gosto de perereca.

Deus pôde fazer o mundo em 6 dias porque não tinha ninguém perguntando quando ia ficar pronto...

Não beba água, os peixes transam nela.

Não Sou o Dono do Mundo....Sou o Filho do Dono

Eu quero morrer em paz, durante o sono, como o meu avô, e não gritando aterrorizado, como os passageiros dele...

Estrada ruim é que nem mulher boa, cheia de curvas e surpresas.

Estrada reta é igual a mulher sem cintura, só dá sono.

Macho que é macho não chupa mel, masca abelha.

Enviuvei e casei com a cunhada para economizar sogra.

Estepe e mulher é sempre bom ter de reserva.

Mais vale uma teta na mão do que duas no sutiã.

Em rio de piranha, jacaré usa camisinha.

Mulher de amigo meu é que nem cebola: Eu como chorando.

Mulher de amigo é que nem muro alto: É perigoso, mas eu trepo.

Mulher é que nem lençol: Da cama para o tanque, do tanque para a cama.

Mulher feia é igual giló. Pouca gente come.

Mulher feia é igual a ventania, só quebra galho.

Lenha verde e mulher véia chora, mas pega fogo.

Filho é igual peido: você só aguenta o seu.

O dinheiro não traz felicidade. Então, dê todo o seu pra mim e seja feliz.

O sol nasceu prá todos... a sombra só prá alguns!

Mais virgindades já se perderam pela curiosidade do que pelo amor.

Beijo é igual ferro elétrico: liga em cima e esquenta em baixo.

Beijo de mulher casada sempre tem gosto de chumbo.

Beijo não mata a fome mas abre o apetite.

Cada ovo comido é um pinto perdido.

Se barba fosse respeito, bode não tinha chifre.

Se casamento fosse bom não existiria divórcio.

Quem muito escolhe, pouco come.

Coloque a bandeira nacional na cara dela e faça pela pátria!!

Pobre só enche a barriga quando morre afogado.

Como previnir AIDS: comidinha caseira...

Perigo não é um cavalo na pista, é um burro na direção.

Quem gosta de mulher feia é salão de beleza.

Prefiro ser um bêbado conhecido do que um alcoólatra anônimo.

Só não mando minha sogra pro inferno... Porque tenho pena do diabo!

Sei que o dinheiro não é tudo...tem também o carro, a casa, a televisão...

Adoro as rosas, mas prefiro as trepadeiras...

Tudo que é bom na vida ou faz mal ou é pecado.

Segredo entre três… só matando dois.

Se ferradura desse sorte, burro não puxava carroça.

Amor de mulher é REAL.

Se me vires abraçado com mulher feia, separa que é briga.

Ontem eu sonhava com o futuro. Hoje eu nem consigo pegar no sono!!!

Senhor Loucura
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Txuba

Ribeira Prata - S. Nicolau





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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Nhô Móne Tau

Quem era esse tal Mano Tau? Estará curioso o leitor amigo!

Figura muito singular, a desse homem que conheci durante a minha meninência, quando me deslocava à sua velha carpintaria, situada num sobrado abandonado, no Alto do Pasmatório (local onde existe uma Igreja protestante), para lhe dar algum recado do papai, ou, simplesmente, para admirar os trabalhos que ele fazia com a madeira, nomeadamente, violas, violões, cavaquinhos, rabecas e outros instrumentos musicais.

Da última vez que o visitei, foi para saber se já colara as per-nas da cadeira de balanço de papai coisa da sua estimação e que, dias-há, estava na sua oficina aguardando uma folga do artista, a chegada do grude de São Vicente ou boa disposição.

O Mano era um homem de mil ofícios: carpinteiro, relojoeiro, mecânico e muito mais. Na sua atravancada oficina e residência, ele corria de um lado para outro, por entre os montões de cavacas e de serraduras de aromáticas madeiras da Guiné. No ar havia sempre aquele cheiro a grude acabado de cozer em banho-maria, a vernizes e a tintas.

Nas paredes viam-se penduradas as ferramentas, os moldes em papel, as facturas e até calendários de anos já passados. Havia um, de mil novecentos e quarenta, vindo da América e com uma vista da Estátua da Liberdade.

Mano Tau era um homem robusto, atarracado mesmo, já com os cabelos e barba brancos, trazendo, quase sempre, por detrás da orelha direita, um lápis amarelo de ponta grossa daqueles que os carpinteiros usavam.

Na orelha esquerda viam-se os restos de um cigarro morto, manchado de nicotina e retorcido. O Mano necessitava das suas duas mãos para colar a barriga ou as almas dos instrumentos musicais que reparava, e o cigarro, feito com tabaco da marca Gool, ficava guardado atrás das suas largas orelhas.

Esse homem sempre me impressionou positivamente, desde a minha meninice, pela sua viva inteligência, pela sua habilidade manual e entusiasmo postos na feitura das coisas, das mais simples às mais complicadas, sempre movido por um grande sentido prático da vida.

De trato afável, muito conversador e amigo da pequenada, que andava à sua volta para apanhar os restos das madeiras para os carrinhos de brincar, ou pedindo-lhe que fizesse, no seu torno, um pião de pau de laranjeira para as nossas brincadeiras. Mano Tau agradava a todos, dos mais novos aos mais velhos.

Consertava os relógios de quaisquer marcas, de pulso, ou de algibeira, os gramofones americanos com as cordas partidas, as ventoínhas e até as telefonias a última palavra da técnica de então. Vestia-se, quase sempre, calças de ganga azul de suspensórios, que recebia de um tio da América, camisa de xadrez e gostava de beber o seu cálice de groguinha, na sua oficina ou nos botequins, acompanhado de algum amigo ou freguês satisfeito.

Hoje, penso que, se fosse dado ao Mano Tau uma oportunidade para estudar (o homem que inventou uma máquina automática para medir os tecidos nas peças durante os balanços anuais), poderia ter sido um cientista ou, quiçá, um artista de renome. Infelizmente, quantos rapazes com talentos, como esse, ficaram pelo caminho! O ensino não era para todos...

O Mano foi uma dessas criaturas perdidas no espaço e no tempo! Paciência, já faleceu! Foi esse artista que, empoleirado no alto das escadarias da torre da Sé, por entre as rodas dentadas, roldanas, pesos e engrenagens várias e com dois grogues na asa, tomados no botequim da esquina do Terreiro, tentava consertar os delicados mecanismos desse secular relógio, que fazia parte da história e das vidas das gentes da calma Estância – uma vila situada no vale da Ribeira Brava onde nasceu o autor.

A reparação do relógio era um árduo trabalho para o Mano Tau, pela exiguidade de espaço do trabalho e que certamente lhe tomaria quase toda a manhã. Ao descer o último degrau da escadaria de acesso à torre, e ao pisar o chão de lajes de pedra da porta da Igreja, trazia naquele rosto cândido e simples de um homem bom um nítido sinal de contentamento do dever cumprido.

Sabia que as badaladas desse antigo relógio eram as únicas marcas no tempo para aquela pobre gente, sem mais referências que não fossem o assomar e o cambar do Sol, todos os dias, lá para os lados do Morro do Lombinho ou do Monte da Centinha. Falei com o Mano Tau, no Largo do Terreiro, à sombra das frondosas amendoeiras bravas carregadinhas de frutos encarnados, debicados pelos pardais de coqueiros, vindos do Tanchon.

O suor escorria-lhe pelo rosto, sempre por barbear, onde os pêlos brancos já eram predominantes. Ele explicava a todos os curiosos, onde eu me incluía, os trabalhos complicados para ”pôr aquela geringonça nos eixos”, enquanto enxugava a cara com um lenço amarrotado e amarelado pelo pó e uso prolongado.
Mano? Nhô Mano, vai uma groguinha?

Era o chamamento de um dos comerciantes do Largo do Terreiro, seu reconhecido amigo de velhos tempos...

Vou já aí ter! Era a sua voz rouca, acompanhada pelo incessante gesticular dos braços.

O Mano continuava a falar aos mais curiosos, e eram muitos.

Após a trabalheira de hoje, o malvado do relógio está aí para durar. Ainda ele vai ficar a bater horas, quando o meu e vosso relógio o de dentro do peito,- o coração parar de vez, mais tempo, menos tempo! Sim ele também pára um dia...

Momentos depois, o velho relógio batia as doze badaladas do meio-dia. O som vinha do alto da torre, através da grade de ferro enferrujado, protegendo um sino de cor esverdeada. Como era hábito na terra, as pessoas idosas, as mais crentes, rezaram em surdina:

"Ave Maria, Cheia de Graça..."

Adriano Gominho – Caminho Longe de S. Tomé
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Home...

...Ka ta midide pa pólme...

Caso para se dizer:
  • Um homem com h minúsculo;
  • Não dá para entender como pequeno (7 letras) é maior do que grande (6 letras);
  • M ka ta intendê, má M ta konkorda plenamente!
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Viatura sem condutor

Pois é, já foi testado, durante 25 minutos, nas ruas de S. Francisco (EUA).


cnet
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Mickey Mouse

«O Mickey tem de morrer»

O Sheik Muhammad Munajid, da Arábia Saudita, declarou que o famoso Rato Mickey «tem de morrer» e que é «um soldado de demónio» por tornar impuro tudo em que toca, noticia o jornal Telegraph. Segundo a lei islâmica, o rato é uma figura impura e, por isso, embora a personagem da Disney seja «adorável», terá também que morrer.

O clérigo, um antigo diplomata na embaixada saudita em Washington, afirmou que segundo a lei islâmica, a Sharia, todas as representações do rato devem ser eliminadas. Assim também o rato Jerry, da famosa série «Tom e Jerry» é persona non grata no Islão.

«De acordo com a lei islâmica, o rato é repulsivo, é uma criatura corrupta. Como é que vocês acham que as crianças olham para os ratos hoje em dia, depois de terem visto "Tom and Jerry?"», afirmou durante um programa sobre assuntos religiosos.
«O Mickey tornou-se numa personagem muito boa, no entanto, a lei é clara: o Mickey tem que morrer», concluiu.

Em Agosto, o Sheik Muhammad Munajid referiu-se ao Jogos Olímpicos de Pequim como os «Jogos Olímpicos de biquíni», declarando que não há nada que faça o demónio mais feliz do que mulheres vestidas com roupa que deixa «muita pele à mostra».

IOL Diário
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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Para (sor)rir

Vendendo Bíblias

Um padre estava distribuindo Bíblias para as pessoas venderem e ajudarem na reforma da igreja. De repente, chega um gago oferecendo seus serviços:
— Pa... pa... Padre, eu ga... Go... Gosta... Taria de aju... Ju... Da... Dar a ve... Ve... Vender bi... Bi... Bíblias!

Comovido com a tentativa de colaborar, o padre deu um lote de Bíblias para o gago.
No final da tarde, durante o acerto de contas, o padre ia perguntando para os colaboradores:

— Você, quanto vendeu?
— Vendi duas.

— E você?
— Vendi uma.

— E você, quantas você vendeu? — perguntou para o gago.
— Eu va... Ve... ndi tu... Tudo.

— Tudo?! — espantou-se o padre — Mas como?
— É sa... Simples: eu cha... Chegava pa... Pra pe... Pessoa e pa... Pe... pe... Perguntava: o se... Senhor va... Vai ca... Comprar a bi... Bíblia ou ca... Quer que... Que eu leia?

Humortadela
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Victor

Enquanto o Sol se escondia na Centinha, foram passando pela minha retina algumas figuras típicas da ilha de São Nicolau, que me impressionaram durante a meninência, já não pertencentes ao mundo dos vivos, com excepção do Victor - um pescador dos Carvoeiros. Quem sai da Estância, seguindo a estrada da Chãzinha, sempre com o vale das Maiamas à direita e o mar da Prainha ao fundo, vai dar à povoação dos Carvoeiros, alcantilada no meio do verde das plantações de bananeiras e cana sacarina.

Os telhados são encarnados e as paredes caiadas de um branco imaculado, pintalgando a paisagem, tendo por fundo o azul do mar. Foi assim que vi a Povoação dos Carvoeiros. Durante a minha meninice, ela era também bela, mas com poucas casas de telhas encarnadas - as de alguns americanos - que voltaram à terra "para nela deixarem os ossos" - como dizia tio Cleto! O cinzento das coberturas das casas de palha confundia-se, agora, com o escuro da paisagem.

Passemos adiante:
Foi nos Carvoeiros que nasceu o Victor - um criado da casa dos meus pais - que, nos anos quarenta, logo após a guerra e fome duradoiras, veio procurar trabalho na Estância, era o autor ainda menino. Homem rude, vivera sempre no interior da ilha, trabalhando a terra ou pescando nos mares do Silvão, de bote ou à linha.

O Victor era alto, espadaúdo, tez escura, rude mas sincero e gostava de contar estórias de bruxas e de feiticeiras aos meninos da minha idade. Mamãe, que precisava de um trabalhador para a Ribeira da Caixa, contratou-o, de imediato. Recordo-me dele, pois ainda vivia, quando lá estive, em 1994. Perguntava-me, com a maior das naturalidades:

"O menino come com essa coisa que tem bicos e parece um arpão para a pesca do polvo"? Tratava-se de um garfo, coisa que ele até então desconhecia. À noitinha, ou quando se procedia à debulha do milho, das favonas e dos feijões das hortas, abeirava-se de mim para contar os encantadores contos do Lobo e do Chibinho, dos Capotonas, dos Gongons e das feiticeiras da Ribeira Prata, Ribeira Funda. Belas estórias, Victor!

Em data recente(1994) fui encontrá-lo (velhinho, claro está), a medir e vender água em latas, no Chafariz Municipal da Estância, porque a Bica da Passagem já não existia. O Victor, aos poucos, foi tomando contacto com um meio diferente e, anos depois, constituira família, continuando a trabalhar nas nossas propriedades. Lembro-me da época das podas aos tamarindeiros, cuja lenha mamãe vendia às padarias, a bom preço.

O Victor dirigia a faina, escolhendo os ramos menos necessários, serrando os troncos e acarretando-os para o local de secagem. Certa vez, mamãe notara que algo de anormal se passava. Ainda não vendera a lenha e os montões de feixes estavam cada vez mais magros...

- Victor! O que se passa com a lenha?! - perguntara-lhe mamãe, meio furiosa!

- Nada, Nhá Mélia...

Mamãe mandou vir da Estância alguns quilos de cal virgem que misturou com água e, com um pincel, numerou os feixes de um a quarenta. O Víctor não sabia ler e só contava até dez, pelos dedos. Assim que o galo cantou na amendoeira brava do quintal, mamãe levantou-se e foi direitinho contar os feixes de lenha e deu pela falta de um, com o número treze.

Fez as suas investigações e, dias depois, foi encontrar o feixe de lenha no quintal da casa da companheira do Víctor, na Estância, ainda por desmanchar... Muito envergonhado e apanhado na ratoeira, o Victor confessou-se autor do desaparecimento da lenha, prometendo não mais tornar a fazê-lo... No dia seguinte, com um lápis nas mãos e um pedaço de papel retirado de uma saca de cimento, abeirou-se de mim:

- Didi! (assim me chamava), a partir de hoje, quero aprender a ler, escrever e contar, pelo menos até treze...

Figuras Típicas de S.Nicolau
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Para (sor)rir

Vais Sofreeeeer!!

Durante o dilúvio universal, a arca de Noé balançava muito, para todos os lados, e o patriarca Noé não encontrava explicação para tal. Um dia decide ir visitar o andar dos animais, e aí vê o problema: todos os animais fazendo amor.

Noé aborrecido gritou:
- Parem, isto não pode ser! Salvei a vida de todos e é assim que me pagam? Vão afundar a arca.

Todos os animais lhe obedeceram, mas Noé ficou com pena e disse:
- Vou dar uma ficha a cada casal e nela estará o dia e a hora em que poderão fazer amor.
E assim foi feito. Passaram os dias e o macaco andava importunando a macaca, lhe dizendo:
- Quarta feira, às 4 da tarde, vais sofrer!

E durante três dias repetiu a mesma coisa. A macaca, muito aborrecida, foi falar com Noé.
- Veja Noé, faz três dias que o macaco está me importunando. Me diz que na quarta feira, às 4 da tarde, vou sofrer. Eu sei o que vai acontecer este dia, mas ele não pode ficar gritando isto por todos os lados! O que vão dizer minhas amigas?

Noé, aborrecido, foi procurar o macaco e lhe disse:
- Veja, macaco...! Por que importunas a macaca desta maneira? O que é isto, que ela vai sofrer?
- Vais ver... é que perdi minha ficha jogando pôquer com o jumento!

O Veneta
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Fidjinha Játa

Pela calçada da Ladeira vira subir uma das pessoas que mais medo me incutia, quando menino e moço. Um exemplo de longevidade, vivendo em condições extremamente precárias. Tratava-se da Fidjinha - vulgarmente conhecida como a Jata (a maluca).

Quando pequeno, eu brincava pelas ruas da Estância, como todas as crianças da minha idade e gostava de espreitar através das grades da Cadeia, situada no centro da Vila.

Da janela, os presos olhavam para mim e, de mãos estendidas, pediam-me cigarros. Lá dentro, reinava uma sinistra escuridão e um cheiro a mofo chegava até mim, vindo das grossas grades de ferro que retiravam a liberdade àquela gente de face amarelada. Além dos presos do delito comum, havia os malucos - os mais perigosos - e, por isso, detidos por precaução.

A Fidjinha nunca esteve detida pois não era pessoa calma, criatura inofensiva, pelo menos durante o dia. Andava mal vestida pelas ruas, rota, suja e com as pernas em chagas, que tapava com folhas de chaluteiras. Apoiava-se, quase sempre, num longo cajado e não falava o crioulo, mas sim um refinado português. Diziam que não era a voz dela, mas sim a de um espírito nela entranhado. Contava-se que, outrora, a Fidjinha fora uma senhora de boas famílias de esmerada educação e, por desgostos amorosos enlouquecera-se, havia um ror de anos.

Raras vezes andava de dia e, só quando o sol se punha por detrás do morro da Centinha, é que ela vadiava pelas ruas, acompanhada do seu inseparável e comprido cajado. Noutras ocasiões, normalmente quando a Lua estava cheia, trocava a sua habitual calma por uma agressividade sem limites, e, por qualquer "dá cá aquela palha", corria atrás dos garotos de cajado em riste, para os agredir.

Certa vez, fui comprar cigarros, a mando do papai, e tive o azar de me encontrar com a Fidjinha, numa altura em que a Lua estava redonda. Vi a pobre e doente mulher encostada à entrada de uma das vielas medievais, a única que ia dar à minha casa e impossível de se transpôr sem se ficar ao alcance do seu inseparável cajado já polido pelo uso, coisa que nunca largava.

Olhei para ela. Nesse dia, trazia os cabelos esbranquiçados, muito emaranhados e com algumas folhas secas e palhas à mistura, certamente caídas da árvore debaixo da qual passara a noite, como era seu hábito. Os seus olhos brilhantes numa face amarelada, as suas roupas em farrapos, as unhas compridas e sujas, os seus braços magros e compridos, o seu corpo esguio com as pernas salpicadas de feridas metiam-me pavor e nojo.

Pelo caminho, fui assobiando para afugentar o medo que me invadia. Engano meu! Quando passei por ela, senti as suas mãos agarrarem-me pelos ombros e o cajado zumbindo nos meus ouvidos. Corri, quase sem fôlego, até chegar à casa, com a Fidjinha Jata (maluca) no meu encalço.

Anos depois, mais precisamente, em 1994, volvidas mais de quatro décadas, para espanto meu, ela ainda vivia, velhinha e apoiada ao seu inseparável cajado de chaluteira. Posteriormente, vim a saber que já não pertence ao mundo dos vivos, mas guardo na alma o medo daquela mulher, que nunca a ouvira falar o crioulo, mas sim um refinado português, de fazer inveja a qualquer um, coisa dos espíritos - dizia a voz do povo...

Ainda hoje penso como foi possível a um ser, abandonado nas ruas, dormindo ao relento e sem qualquer assistência médica poder viver tantos anos?!. A Lua Cheia tinha uma grande influência naquela criatura, que, durante o resto do mês era uma pessoa tímida e recolhida no seu ego, a um canto de um muro qualquer!

Figuras Típicas de S.Nicolau
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Combustiveis - Crise


Com mais essa subida dos combustíveis, a solução é utilizar os meios de transporte que consomem menos... Leia mais...

Atendimento CMTSN


Afinal, em que ficamos: O atendimento é ON-Line ou OFF-Line????????????
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Cantadas de Pedreiro

Para aqueles que já esgotaram a lista de cantadas, seguem algumas dicas abaixo.
Podem não ser das melhores, mas se a vítima (ops… candidata) tiver senso de humor, ela pode até te achar engraçadinho...
  1. Suspende as fritas.... o filé já chegou!
  2. Eu beberia o mar se você fosse o sal.
  3. Não sabia que flor nascia no asfalto.
  4. Tô fazendo uma campanha de doação de órgãos! Quer o meu coração?
  5. Nossa, você é tão linda que não urina, lança perfume!
  6. Ohhh... essa muié e mais um saco de bolacha, eu passo um mês...
  7. Você é sempre assim, ou tá fantasiada de gostosa?
  8. Você é a areia do meu cimento.
  9. Ahhh se eu pudesse e meu dinheiro desse!
  10. Você é o ovo que faltava na minha marmita.
  11. Você não usa calcinha, você usa porta-jóia.
  12. Aê cremosa... Vou te passar no pão e te comer todinha!!
  13. O quê que esse bombonzinho está fazendo fora da caixa??
  14. Você não é pescoço mais mexeu com a minha cabeça!
  15. Sexo mata!!! Quer morrer feliz?
  16. Vamos pra minha casa fazer as coisas que eu ja falei pra todo mundo que a gente faz?
  17. Você é a lua de um luau.... Quando te vejo só digo - uau uau!
  18. Nossa, quanta carne.... e eu lá em casa comendo ovo!
  19. Essa sua blusa ficaria ótima toda amassada no chão do meu quarto amanhã de manhã!
  20. Se você fosse um sanduíche, teu nome ia ser X-Princesa...

Há que ser mais criativo.

O Veneta
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Amilcar Cabral

Amílcar Cabral (Bafatá, Guiné-Bissau, 12 de Setembro de 1924 — Conacri, 20 de janeiro de 1973) foi um político de Cabo Verde e da Guiné-Bissau
Filho de Juvenal Lopes Cabral e de Dona Iva Pinhel Évora, aos oito anos de idade, sua família mudou-se para Cabo Verde, estabelecendo-se em Mindelo (ilha de São Vicente), que passou a ser a cidade de sua infância, onde completou o curso liceal em 1943.

No ano seguinte, mudou-se para a cidade de Praia, na ilha de Santiago, e começou a trabalhar na Imprensa Nacional, mas só por um ano, pois tendo conseguido uma bolsa de estudos, no ano de 1945 ingressou no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Após graduar-se em 1950, trabalhou por dois anos na Estação Agronómica de Santarém.

Contratado pelo Ministério do Ultramar como adjunto dos Serviços Agrícolas e Florestais da Guiné, regressou a Bissau em 1952. Iniciou seu trabalho na granja experimental de Pessube percorrendo grande parte do país, de porta em porta, durante o Recenseamento Agrícola de 1953 adquirindo um conhecimento profundo da realidade social vigente. Suas atividades políticas, iniciadas já em Portugal, reservam-lhe a antipatia do Governador da colônia, Melo e Alvim, que o obriga a emigrar para Angola. Nesse país, une-se ao MPLA.

Em 1959, Amílcar Cabral, juntamente com Aristides Pereira, seu irmão Luís Cabral, Fernando Fortes, Júlio de Almeida e Elisée Turpin, funda o partido clandestino Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). Quatro anos mais tarde, o PAIGC sai da clandestinidade ao estabelecer uma delegação na cidade de Conacri, capital da República de Guiné-Cronacri. Em 23 de janeiro de 1963 tem início a luta armada contra a metrópole colonialista, com o ataque ao quartel de Tite, no sul da Guiné-Bissau, a partir de bases na Guiné-Conacri.

Em 1970, Amílcar Cabral, fazendo-se acompanhar de Agostinho Neto e Marcelino dos Santos, é recebido pelo Papa Paulo VI em audiência privada. Em 21 de novembro do mesmo ano, o Governador português da Guiné-Bissau determina o início da Operação Mar Verde, com a finalidade de capturar ou mesmo eliminar os líderes do PAIGC, então aquartelados em Conacri. A operação não teve sucesso.

Em 20 de janeiro de 1973, Amílcar Cabral é assassinado em Conacri, por dois membros guineenses de seu próprio partido. Amílcar Cabral profetizara seu fim, ao afirmar: "Se alguém me há de fazer mal, é quem está aqui entre nós. Ninguém mais pode estragar o PAIGC, só nós próprios." Aristides Pereira, substituiu-o na chefia do PAIGC. Após da morte de Cabral a luta armada se intensifica e a independência de Guiné-Bissau é proclamada unilateralmente em 24 de Setembro de 1973. Seu meio-irmão, Luís de Almeida Cabral, é nomeado o primeiro presidente do país.

Wikipédia
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Catxor testemunha

Testemunha num julgamento de homicídio é... um cão

Lembra-se do Scooby Doo, o cão que ajudava a resolver vários crimes misteriosos? Agora os franceses têm um, bem mais real do que os desenhos-animados que víamos na televisão.
«Scooby» está a fazer história ao tornar-se o primeiro animal do mundo a ser chamado como testemunha durante um julgamento de homicídio, refere o Daily Telegraph.

O cão teve um papel fundamental na investigação da morte de uma mulher de 59 anos, que foi encontrada no seu apartamento, em Paris. A polícia começou por declarar que se tratava de um suicídio, mas a família exigiu que se iniciasse uma investigação.

No entanto, a falta de provas que apontassem para um homicídio estava a ser evidente durante as audiências preliminares. Até que um veterinário levou «Scooby» como testemunha, uma vez que ele estaria com a dona na altura do alegado crime, para ver como ele reagia. O cão «ladrou furiosamente» quando confrontado com um suspeito.

Parece ter sido o suficiente para levar o caso a julgamento e o juiz Thomas Cassuto elogiou o «comportamento exemplar e a ajuda inestimável» do animal.

IOL Diário
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Coisas difíceis

Quinze coisas que levaríamos anos para aprender...

Então ganhe tempo e aprenda logo!!!!
Aproveite a experiência dos outros e otimize seu tempo aprendendo novas coisas!!!
  1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha).
  2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Está cheio de gente querendo te converter!).
  3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem está te olhando também não sabe! Tá valendo!).
  4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!).
  5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!).
  6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!).
  7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'. (Onde ninguém se entende... Com exceção das reuniões que acontecem nos botecos...)
  8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'. (Ouvir música é hobby... No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!).
  9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!)
  10. Depois dos quarenta, camisa só com bolso!
  11. Não vá a compromissos sociais se você não for importante, isso lhe dará alguma importância.
  12. Faça tudo que puder a quem você gosta.
  13. Não diga verdades ou mentiras desnecessárias.
  14. Falte com os amigos, nunca com os filhos.
  15. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
'Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra.' William Shakespeare

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Para (sor)rir…

Comunicação Marido / Mulher

O Marido e a Mulher não se falavam há uns três dias... Entretanto, o homem lembra-se que no dia seguinte tem uma reunião muito cedo no escritório e, como precisava de se levantar cedo, resolveu pedir à mulher para o acordar, mas para não dar o braço a torcer, em vez de falar, escreveu num papel:

- Acorde-me às 6 horas da manhã.

No outro dia, levanta-se e quando olha no relógio são 09:30 h. O homem tem um ataque e pensa:

- Filha da p... !!! Estúpida!!! Não me acordou... Nisto olha para a mesa-de-cabeceira e repara num papel no qual está escrito:

- ... São seis horas, levanta-te!!!

Conclusão: NÃO FIQUE SEM FALAR COM AS MULHERES, elas ganham sempre.

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Chefe / Empregado

Um dia o chefe chamou o seu empregado e disse-lhe:

- Aposto que você gostaria de me ver morto, só para ter o prazer de cuspir na minha sepultura!

- Não... de modo algum, detesto filas...

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O Cheque

A filha faz 18 anos e o pai está todo feliz por emitir o último cheque da pensão que paga à ex-mulher, pois pagava esta pensão há 17 anos. Pede para a filha que ela retorne para lhe contar como ficou a cara da mãe ao dizer-lhe que é o último cheque que ela verá da parte dele. A filha entrega o cheque à mãe e volta à casa do pai para lhe dar a resposta.

- Diga filha, qual foi a reacção dela?

- Ela mandou lhe dizer que você não é o meu pai.

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Na Farmácia

Uma mulher entra numa farmácia e diz...

- Por favor, quero comprar arsénico.

O farmacêutico pergunta: Qual a finalidade?

- Matar o meu marido.

- Mas, não posso vender isso para esse fim!

A mulher abre a mala e tira uma fotografia do marido na cama com a mulher do farmacêutico...

- Ah, não sabia que a senhora tinha receita!!!
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Gigapan

GigaPan é um serviço que visa ajudar as pessoas a se conhecerem melhor e, além disso, aprender mais sobre o nosso planeta. Gigapan auxilia as comunidades e as pessoas longes umas das outras a terem um contato mais próximo através das imagens. O serviço faz com que elas sejam objetos de exploração, descoberta e muito mais.

O Gigapan consiste em 3 tecnologias de desenvolvimento: uma câmera robótica digital de alto padrão para capturar imagens panorâmicas de alta resolução (acima de 1 gigapixel), software avançado para a confecção das fotos panorâmicas e um novo tipo de website para todo este conjunto. O site do Gigapan permite aos usuários o armazenamento e compartilhamento de todos os tipos de panoramas.

E para aumentar a qualidade do serviço, o Gigapan está trabalhando em conjunto com vários parceiros, entre eles: The World (parte integrande da BBC, grande emissora pública do Reino Unido), e projetos como o Pennsylvania Civil War Traits.

Nossa Opinião

O Gigapan é um interessante serviço que permite ao usuário fazer uma exploração nunca antes vista em fotos panorâmicas. A navegabilidade se assemelha ao Google Earth, basta ir dando o zoom e puxando a imagem para as direções desejadas.

Várias fotos de inúmeros lugares estão disponíveis no serviço, mas com um pequeno porém: existem pouquíssimas fotos do Brasil, detalhe que pode afastar alguns internautas brasileiros do serviço. Se você não se importa muito com isso e quer apenas aprender sobre os lugares e seus detalhes, o Gigapan é o serviço para você.

Baixaqui
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terça-feira, 9 de setembro de 2008

A-z-água

Fajã - São Nicolau




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Culpado ou inocente?

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o criminoso era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

Disse o juiz:
Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis sobre uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
  • Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?
  • É muito fácil, respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário.
Imediatamente o homem foi liberado.

Moral da história: Por mais difícil que seja uma situação, permaneça confiante até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.

Mensagem recebida por Email
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Cancro V

É lindo! Tenta não chorar...

Ela deu um pulo assim que viu o cirurgião a sair da sala de operações.

Perguntou:

’Como é que está o meu filho? Ele vai ficar bom? Quando é que eu posso vê-lo?'

O cirurgião respondeu:

'Tenho pena. Fizémos tudo mas o seu filho não resistiu.'

Sally perguntou:

'Porque razão é que as crianças pequenas tem cancro? Será que Deus não se preocupa? Aonde estavas Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?'

O cirurgião perguntou:

'Quer algum tempo com o seu filho? Uma das enfermeiras irá trazê-lo dentro de alguns minutos e depois será transportado para a Universidade.'

Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto se despedia do seu filho. Passou os dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.

'Quer um caracol dele?' Perguntou a enfermeira.

Sally abanou a cabeça afirmativamente. A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico, entregando-o a Sally.

'Foi ideia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade porque assim talvez pudesse ajudar outra pessoa', disse Sally.

No início eu disse que não, mas o Jimmy respondeu:

'Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe.'

Ela continuou:

'O meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre a pensar nos outros. Sempre disposto a ajudar, se pudesse.'

Depois de aí ter passado a maior parte dos últimos seis meses, Sally saiu do 'Hospital Children´s Mercy' pela última vez.

Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela.

A viagem para casa foi muito difícil. Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia. Levou o saco com as coisas do Jimmy, incluindo o cabelo, para o quarto do seu filho.

Começou a colocar os carros e as outras coisas no quarto exactamente nos locais onde ele sempre os teve. Deitou-se na cama dele, agarrou a almofada e chorou até que adormeceu.

Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta.

A carta dizia:

'Querida Mãe,

Sei que vais ter muitas saudades minhas; mas não penses que me vou esquecer de ti, ou que vou deixar de te amar só porque não estou por perto para dizer 'Amo-te'. Eu vou sempre amar-te cada vez mais, Mãe, por cada dia que passe.

Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiseres adoptar um menino para não ficares tão sozinha, por mim está bem.

Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferires uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, rapazes, gostamos.

Vais ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam, tu sabes.

Não fiques triste a pensar em mim. Este lugar é mesmo fantástico. Os avós vieram ter comigo assim que eu cheguei para mo mostrar, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo. Os anjos são mesmo fixes. Adoro vê-los a voar.

E sabes uma coisa? O Jesus não parece nada como se vê nas fotos, embora quando o vi o tenha conhecido logo. Ele levou-me a visitar Deus! E sabes uma coisa? Sentei-me no colo d'Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante. Foi quando lhe disse que queria escrever-te esta carta, para te dizer adeus e tudo mais. Mas eu já sabia que não era permitido.

Mas sabes uma coisa Mãe? Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder escrever-te esta carta. Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta.

Deus disse para eu responder a uma das perguntas que tu Lhe fizeste, 'Aonde estava Ele quando eu mais precisava?'

Deus disse que estava no mesmo sítio, tal e qual, quando o filho dele, Jesus, foi crucificado.

Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele.

Mãe, só tu é que consegues ver o que eu escrevi, mais ninguém. As outras pessoas vêm este papel em branco. É mesmo fixe não é? Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida.

Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus. Tenho a certeza que a comida vai ser boa.

Estava quase a esquecer-me: já não tenho dores, o cancro já se foi embora. Ainda bem porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim. Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar. O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que dizes a isto?'

Assinado com Amor de Deus, Jesus e de Mim.

Mensagem recebida por email
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Saninklau

Bô krê tma um bónhe na água ô na areia?... Leia mais...

Tirinhas Humortífero

A seguir apresentamos uma das tirinhas do Humortífero. Trata-se de um blog muito interessante. Vale a pena dar uma espreitadela, de vez em quando.

HUMORTÍFERO - Tirinhas e Outras Atrocidades
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Sexo ecológico

Greenpeace lança mandamentos do sexo ecológico

A seção mexicana da organização não-governental Greenpeace lançou em seu site uma cartilha para fazer a vida sexual daqueles que estão preocupados com o meio ambiente muito mais ecológica.

Lançada no início de agosto, a página é uma das mais acessadas do site da organização e trata as dicas para o sexo ecológico com bom humor. "Cuidar da terra nunca foi tão erótico", diz o texto.

Na forma de um decálogo, as dicas dão conta de variadas preferências sexuais, das mais tradicionais às mais ousadas.

O primeiro mandamento do sexo ecológico orienta os amantes a apagarem as luzes como uma forma de economizar energia. "É possível começar uma revolução energética da sua cama", diz o texto.

Escravo da paixão
Os alimentos afrodisícos são abordados no segundo mandamento do decálogo.
A ONG orienta que os amantes utilizem frutas como o guaraná, cerejas e framboesas com procedência orgânica e livres de pesticidas. Ostras, mariscos e camarões não são recomendados.

"A pesca destes animais está destruindo os oceanos em um âmbito nunca visto", afirma o Greenpeace mexicano.

O uso de lubrificantes íntimos é abordado no quinto mandamento, que indica produtos à base de água, nunca de petróleo, como a vaselina. O texto destaca também que a saliva ainda é muito útil para resolver o assunto.

"Grandes empresas petrolíferas estão destruindo o planeta. Não permita que se metam debaixo de seus lençóis", diz a ONG, que completa: "Seja um escravo da paixão, não do pretróleo".

Cama e água
A procedência da madeira com que é feita a cama e até instrumentos usados em relações sado-masoquistas também deve ser levada em consideração pelos ecologistas na hora do amor.

A organização recomenda que estes materiais devem possuir certificados ambientais que garantam que venham de processos de extração sustentável de madeira.
A economia de água também deve ser observada, segundo o Greenpeace, que recomenda banhos em conjunto para evitar o desperdício do recurso.

O último mandamento do décalogo do sexo ecológico ressuscita o velho lema dos hippies dos anos 1960: "Faça amor, não faça guerra".

BBC Brasil Leia mais...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A ciência do palavrão

Os xingamentos mostram a evolução da linguagem, das sociedades e, de quebra, ajudam a desvendar o cérebro

Por que diabos "merda" é palavrão? Aliás, por que a palavra "diabos", indizível décadas atrás, deixou de ser um? Outra: você já deve ter tropeçado numa pedra e, para revidar, xingou-a de algo como “filha-da-puta”, mesmo sabendo que a dita nem mãe tem.

Pois é: há mais mistérios no universo dos palavrões do que o senso comum imagina. Mas a ciência ajuda a desvendá-los. Pesquisas recentes mostram que as palavras sujas nascem em um mundo à parte dentro do cérebro. Enquanto a linguagem comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões “moram” nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema límbico. É o fundo do cérebro, a parte que controla nossas emoções. Trata-se de uma zona primitiva: se o nosso neocórtex é mais avantajado que o dos outros mamíferos, o sistema límbico é bem parecido. Nossa parte animal fica lá.

E sai de vez em quando, na forma de palavrões. A medicina ajuda a entender isso. Veja o caso da síndrome de Tourette. Essa doença acomete pessoas que sofreram danos no gânglio basal, a parte do cérebro cuja função é manter o sistema límbico comportado. Elas passam a ter tiques nervosos o tempo todo. E, às vezes, mais do que isso. De 10 a 20% dos pacientes ficam com uma característica inusitada: não param de falar palavrão. Isso mostra que, sem o gânglio basal para tomar conta, o sistema límbico se solta todo. E os palavrões saem como se fossem tiques nervosos na forma de palavras.

Mas você não precisa ter lesão nenhuma para se descontrolar de vez em quando, claro. Como dissemos, basta tropeçar numa pedra para que ela corra o sério risco de ouvir um desaforo. Se dependesse do pensamento consciente, ninguém nunca ofenderia uma coisa inanimada. Mas o sistema límbico é burro. Burro e sincero. Justamente por não pensar, quando essa parte animal do cérebro “fala”, ela consegue traduzir certas emoções com uma intensidade inigualável.

Os palavrões, por esse ponto de vista, são poesia no sentido mais profundo da palavra. Duvida? Então pense em uma palavra forte. “Paixão”, por exemplo. Ela tem substância, sim, mas está longe de transmitir toda a carga emocional da paixão propriamente dita. Mas com um grande e gordo “puta que o pariu” a história é outra. Ele vai direto ao ponto, transmite a emoção do sistema límbico de quem fala direto para o de quem ouve. Por isso mesmo, alguns pesquisadores consideram o palavrão até mais sofisticado que a linguagem comum.

É o que pensa o psicólogo cognitivo Steven Pinker, da Universidade Harvard. Em seu livro mais recente, Stuff of Thought (“Coisas do Pensamento”, inédito em português), ele escreveu: “Mais do que qualquer outra forma de linguagem, xingar recruta nossas faculdades de expressão ao máximo: o poder de combinação da sintaxe; a força evocativa da metáfora e a carga emocional das nossas atitudes, tanto as pensadas quanto impensadas”. Traduzindo: palavrões são f*. Tão f* que nem os usamos só para xingar. Eles expressam qualquer emoção indizível, seja ruim, seja boa. Então, se um jogador de futebol grita palavrões depois de marcar um gol, ele não o faz por ser maleducado, mas porque só uma palavra saída direto do sistema límbico consegue transmitir o que ele está sentindo.

Outra prova de eficácia é que eles estreitam nossos laços sociais. Se você xingar alguém gratuitamente e o sujeito não ficar bravo, significa que ele é seu amigo. Daí que grupos de homens adoram usar cumprimentos como “Fala, cuzão!” Isso deixa claro que todos ali são íntimos. “Perceber o xingamento como agressão ou ferramenta social depende do contexto”, disse o psicólogo Timothy Jay, da Faculdade de Artes Liberais de Massachusetts, para a revista americana New Scientist. “Num vestiário masculino, por exemplo, quem não xinga é o ‘panaca’”.

Timothy Jay sabe do que está falando. É um expert em palavrões. Ele passou as últimas 3 décadas anotando as sujeiras que ouvia em lugares públicos. Juntou mais de 10 mil ocorrências. E colocou em números cientificamente rigorosos (na medida do possível) aquilo que você já sabia: “foda” e “merda” (ou “fuck” e “shit”) correspondem à metade de todos os palavrões ditos (em inglês) – sem contar suas variantes.

Não é à toa. Como os palavrões nascem na parte primitiva do cérebro, quase todos versam sobre as duas coisas mais básicas da existência:
Veja só. “Merda” é um palavrão mais ofensivo que “mijo”, por sua vez mais pesado que “cuspe”, que nem palavrão é. Se você fosse excretar alguma dessas coisas na rua, essa também seria a ordem de impacto nas outras pessoas – do mais para o menos chocante. Coincidência? “Não. Não é por acaso que as substâncias que mais dão nojo também sejam vetores de doenças. A reação de repulsa à palavra é o desejo de não tocar ou comer a coisa”, afirma o médico americano Val Curtis no livro Is Hygiene in Our Genes? (“A Higiene Está nos Nossos Genes?”, sem tradução para português).

Se é fácil entender por que excrescências são palavrões, não dá para dizer o mesmo sobre os termos ligados ao sexo. Afinal, sexo é bom, não? Não necessariamente. “Ele traz altos riscos, incluindo doenças, exploração, pedofilia e estupro. Esses males deixaram marcas nos nossos costumes e emoções”, diz Pinker. Foquemos em “estupro”. Do ponto de vista evolutivo, ele foi vantajoso para os homens. Pegar mulheres à força permitia que um macho fizesse dezenas, centenas de filhos, coisa que contou pontos no jogo da evolução. Já para as mulheres isso é o inferno. O papel delas é ter poucos, e bons, filhos. Então selecionar o pai é fundamental, e engravidar de alguém que a violentou, um baita prejuízo.

Daí foi natural que a expressão “foder alguém” virasse sinônimo de “fazer um grande mal”. Para entender isso melhor, complete a frase “João ___ Maria” para mostrar que eles transaram, usando apenas uma palavra. Quase todas as opções para preencher a lacuna são palavrões. Já os termos leves para relação sexual sempre carregam a preposição “com”: você pode dizer que João fez amor com Maria, dormiu com, fez sexo com, transou com... Todos os exemplos indicam que João e Maria participaram do sexo de igual para igual.

Com os palavrões, a história é outra. Eles deixam claro: Maria está sempre numa posição inferior. Note que a origem de “fodido” e seus equivalente não envolve o sexo apenas como uma ferramenta de submissão de homens contra mulheres. Mas de homens contra homens também. O estupro homossexual sempre foi, e segue sendo, uma forma eficaz de deixar claro num bando de machos quem é o chefe – a violência sexual dentro dos presídios está aí para provar. A coisa é tão arraigada que até uma palavra inocente hoje, como “coitado” ou “tadinho”, sua variante mais fofa, significa “aquele que sofreu o coito”. Mas espera aí: como algo tão barra-pesada vira uma palavra até bonitinha? É o que vamos ver.

“Que se dane!”, “diabos” ou “vá para o inferno” já foi algo mais impactante. Claro: até décadas atrás não havia prognóstico pior que não ir para o céu quando morresse. Então, quando a idéia era insultar para valer, nada melhor que mandar alguém para o inferno. “A perda de eficácia das palavras tabus relacionadas à religião é uma óbvia conseqüência da secularização da cultura ocidental”, afirma Pinker.
Outra: quando a palavra “câncer” era sinônimo de morte, também não podia ser dita livremente. Nos obituários, a pessoa não morria de câncer, mas de “uma longa enfermidade”. Com os avanços no tratamento, a coisa mudou de figura, e câncer, apesar de ainda dar calafrios, virou uma palavra bem mais corriqueira.

As doenças em geral, na verdade, passaram por um processo parecido. Em Romeu e Julieta, de Shakespeare, por exemplo, há uma passagem dizendo: “Que a peste invada as casas de ambos!” Uma baita ofensa no século 16, quando a peste bubônica ainda era uma ameaça na Europa. Mas agora, no mundo limpo e cheio de antibióticos que a gente conhece, o xingamento shakespeariano parece inócuo.

E também há o inverso: palavras normais que viram tabu. Em algum momento da história do português um sujeito chamou pênis de “pau”. E uma palavra originalmente “pura” enveredava para o mau caminho. Nada mais comum: hoje ninguém se lembra mais de “caralho” como sendo a cestinha que ficava no alto do mastro dos navios, ou “boceta” como uma caixa pequena e redonda. “A palavra vira tabu quando ganha um sentido simbólico”, afirma o etimólogo Deonísio da Silva, da Universidade Estácio de Sá.

Mais uma mostra de como os palavrões flutuam com o espírito do tempo são as expressões que são tabu num lugar e não têm nada de mais em outro. Se você for a Portugal, vai ver que eles preferem cu e rabo para referirem-se às nádegas, e que coram quando alguém fala “broche” (o termo sujo para sexo oral).

Mas quem decide o que é palavrão e o que não é? “Isso depende dos mecanismos de conservação da língua, que são o ensino, os meios de comunicação e os dicionários. As palavras relacionadas a sexo que não são palavrões são quase todas da literatura científica, como pênis e ânus”, explica a lingüista Wânia de Aragão, da Universidade de Brasília. Não que isso impeça termos científicos de hoje, como “pedófilo”, de virar palavra suja um dia. A palavra “esquizofrênico”, por exemplo, nasceu na ciência, mas agora, com o aumento dos dignósticos de doenças mentais, caiu na boca do povo. E está virando xingamento.

Mas saber quais serão os palavrões do futuro é tão impossível quanto prever o futuro da tecnologia, da humanidade ou do Corinthians. O escritor e comediante inglês Douglas Adams, resumiu isso bem no clássico O Guia do Mochileiro das Galáxias. O livro diz que o palavrão mais sujo entre os habitantes dos outros planetas da Via Láctea é uma expressão bem conhecida dos terráqueos: “bélgica”.

Abril
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Pobreza

10 vantagens de ser pobre


  1. É SIMPLES! Você não perde seu precioso tempo com grandes sonhos. Contenta-se com um sonho de padaria, um sonho de valsa.
  2. É VALORIZADO! Em um mundo de mulheres interesseiras oportunistas, só as sinceras e verdadeiras dão bola para você.
  3. É SAUDÁVEL! Você tem uma vida de atleta: correndo para alcançar o ônibus, malhando para conseguir um lugar para se sentar.
  4. É ANTIESTRESSANTE! Nenhum vendedor te liga para empurrar alguma bugiganga.
  5. É ALIVIANTE! Com a sua fama de pé-rapado, nenhum amigo te pede dinheiro emprestado e, dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.
  6. É EMOCIONANTE! Você nunca sabe se o dinheiro vai chegar até o final do mês e, assim, tem uma rotina muito menos previsível!
  7. É INVEJÁVEL! Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam trânsito no feriado e sofrem com as praias lotadas, você descansa na comodidade do seu barraco.
  8. É ÚTIL! Você tem de trabalhar aos domingos para fazer horas extras e, assim, não precisa assistir aos programas que são campeões de audiência de encheção de saco.
  9. É SEGURO! Você não precisa levar a carteira para todos lugares que for, pois ela está sempre vazia. Assim, os trombadinhas vão passar longe de você.
  10. É GRATIFICANTE! Sem dinheiro para acessar a internet, você nunca vai ler textos inúteis como este, publicados por blogueiros sem nada melhor pra fazer.
As desvantagens eu não conto, tenho que ir, já deu a minha hora… hehehe

Bocaberta
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Ambiente – Dicas IV

Dicas práticas para economizar energia e proteger o planeta


Dicas 21 a 30


31. NÃO DEIXE O BAGAGEIRO VAZIO EM CIMA DO CARRO. Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.

32. MANTENHA SEU CARRO REGULADO. Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correcta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbónico a menos na atmosfera.

33. LAVE O CARRO A SECO. Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.

34. QUANDO FOR TROCAR DE CARRO, ESCOLHA UM MODELO MENOS POLUENTE. Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbónico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos.

35. USE O TELEFONE OU A INTERNET. A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.

36. VOE MENOS, REÚNA-SE POR VIDEOCONFERÊNCIA. Reuniões por videoconferência são tão efectivas quanto as presenciais. E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.

37. ECONOMIZE CDS E DVDS. CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.

38. PROTEJA AS FLORESTAS. Por anos os ambientalistas foram vistos como "eco-chatos". Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantêm a quantidade de gás carbónico controlada na atmosfera.

39. CONSIDERE O IMPACTO DE SEUS INVESTIMENTOS. O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.

40. INFORME-SE SOBRE A POLÍTICA AMBIENTAL DAS EMPRESAS QUE VOCÊ CONTRATA. Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em acções concretas. Por isso, não olhe apenas para as acções que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim?

Mensagem recebida por email.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Que palavrinha mais terrível…
  • Eu pedi para ela se casar comigo.
  • eu pedi para ela se casar comigo.
  • Eu pedi para ela se casar comigo.
  • Eu pedi para ela se casar comigo.
  • Eu pedi para ela se casar comigo.
  • Eu pedi para ela se casar comigo.
  • Eu pedi para ela se casar comigo.
  • Eu pedi para ela se casar comigo .

  • "Ô kumpade, manêra k’koza ta ta bai? Pesoal ta dret la pa kaza?"
  • Nem por ise, agora M ta moróde mi sô d’junte.
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Caminhada

7 grandes benefícios de uma pequena caminhada

E se houvesse algo que você pudesse fazer todos os dias que queimasse calorias, fosse bom para o seu coração e ajudasse a mantê-lo jovem. Você faria, certo?

Essa é a causa pela qual os médicos são tão loucos por caminhadas, especialmente frente a uma nova pesquisa que diz que andar faz bem para tudo desde cortar os riscos de câncer de mama até ajudá-lo a dormir.

Não é simplesmente uma atividade leve para pessoas não-atléticas de acordo a médica Michelle Look, especializada em medicina dos esportes em San Diego, Califórnia, EUA: "É bom para tudo e os benefícios para a saúde são particularmente significativos nas mulheres." Seguem sete razões para você começar a andar, ou simplesmente fazê-lo com mais freqüência.



1. É excelente para o coração
Um estudo recente descobriu que andar rapidamente por 30 minutos todos os dias reduz suas chances de desenvolver a síndrome metabólica, que gera uma série de fatores de risco ligados a doenças cardíacas, diabetes e derrame. Estima-se que centenas de milhões de mulheres pelo mundo sofram de síndrome metabólica. Não tem tempo para uma caminhada diária de meia hora?



2. Reduz os riscos de câncer de mama
Andar, mesmo por poucas horas na semana reduz significativamente o risco de câncer de mama, de acordo com um estudo. A idéia é que andar ajuda a reduzir os níveis de gordura corporal, uma fonte de estrogênio. Foram pesquisadas 74 mil mulheres na pós-menopausa com idades entre 50 e 79 anos. Aquelas que tinham um peso normal tiveram risco 30% menor de contrair a doença. As que estavam acima do peso reduziram entre 10 e 20% as chances. Mulheres mais jovens podem conseguir benefícios similares.



3. Ajuda o sono
Uma caminhada rápida pela tarde irá colaborar para uma melhor noite de sono. Andar pode aumentar os níveis de serotonina, o hormônio da felicidade, que relaxa seu corpo. O aumento na temperatura corporal que a caminhada gera pode sinalizar o seu cérebro para baixar a temperatura em seguida, o que promove o sono. Evite andar duas horas antes de ir para a cama. É muito tarde para resfriar o corpo.



4. Faz você feliz
Andar pode aliviar a depressão, ansiedade e estresse. Apenas uma caminhada de 30 minutos pode fazer você sentir-se melhor quando está triste, descobriu um estudo. Amplie este tempo para 90 minutos, cinco dias da semana, e você sentirá uma grande melhora, de acordo com um novo estudo. A explicação possível: Andar ajuda o corpo a produzir endorfinas, elementos químicos que melhoram o humor.



5. Mantém a magreza
Andar por 30 minutos por dia pode prevenir ganho de peso em pessoas fisicamente inativas, segundo outro estudo. Pesquisadores também descobriram que mulheres que andem por uma hora, cinco dias por semana e consumiam 1.500 calorias por dia perderam 11quilos e mantiveram este peso longe ao longo de um ano. A razão pela qual caminhar ajuda a controlar o peso? Fácil! “Quanto mais difícil o exercício, menos pessoas o farão”, disse o médico ortopedista Johnny Benjamin.



6. Protela a velhice
Diversos estudos em pessoas mais velhas sugerem que andar, mesmo por apenas 45 minutos por semana, ajuda a evitar doença de Alzheimer. Passeios regulares também estão ligados a boa lucidez em idosos. Mas não importa a sua idade, andar tem boas chances de ajudar a manter a sua mente ativa, especialmente se você anda com seus amigos; falar enquanto caminha é um excelente estimulante cerebral, segundo Benjamin.



7. Protege seus ossos
Apenas 30 minutos de caminhada, três vezes por semana, faz maravilhas para prevenir e tratar o afinamento dos ossos. Este tipo de exercício, que usa 95% dos seus músculos, faz com que seus ossos fiquem mais fortes para que possam agüentar a carga.

HypeScience
Fotos: Caminheiros sem fronteiras
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Pade Bernalde


Morreu padre Bernardo, em Lisboa

O padre Bernardo Soares morreu segunda-feira, no hospital de Santa Maria, em Lisboa, aos 71 anos, vítima de complicações cardíacas.
A diocese do Mindelo e os Salesianos de Lisboa estão a providenciar a trasladação do corpo do padre Bernardo para São Vicente, onde ele será sepultado provavelmente, na próxima semana.

Natural de Fajã, ilha de São Nicolau, onde nasceu a 20 de Outubro de 1935, Pe. Bernardo, como era por todos conhecido, estudou filosofia e teologia em Portugal e ali foi ordenado padre em 08 de Junho de 1968.

Passou depois pelo Seminário de São José, na Cidade da Praia, mais tarde por São Vicente como pároco de Nossa Senhora da Luz, por 12 anos.

Bernardo Soares lançou as bases do que é hoje o centro paroquial do Mindelo e providenciou a construção da capela do Lazareto.

Serviu a Igreja em Cabo Verde, em Timor e em Moçambique, de onde regressou, ao fim de sete anos, em 2005.

Antes de pedir resignação, em 2007, por razões de doença, foi pela terceira vez pároco do Mindelo.

Ainda em 2007 andou internado no hospital de São Vicente. Voltou ao mesmo estabelecimento hospitalar este ano por causa de problemas cardíacos que o vieram a matar em Lisboa, aonde chegou em Junho deste ano para intervenção cirúrgica.

A Câmara de São Vicente emitiu ao meio-dia de hoje um comunicado a lamentar a morte de Bernardo Soares e a pedir aos mindelenses que prestem uma “devida homenagem” ao homem sempre "portador de boas palavras".

Inforpress

Obs: Onde diz "71 anos", deveria ser "72 anos". Tendo nascido em 1935, o Pe Bernardo ia completar 73 anos em Outubro.

Grande Homem!
Deuze dal um skonse na sê alma! Leia mais...